QUADRO DE VAGAS DISPONÍVEIS DAS VISITAS GUIADAS*
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Condutores
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Vagas
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Área de proteção ambiental da Barra do Rio de Mamanguape
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Lucas Aguiar e Rodrigo Torres
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ENCERRADAS
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Baía da Traição
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Joelma Ferreira e Yakey Santos
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2 Vagas disponíveis
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*Atualizado conforme as inscrições estão chegando.
- Projeto Peixe-Boi (ICMBio)
Nessa região é encontrado o Projeto Peixe-Boi Marinho, onde existe um estuário, e nele existe uma variedade de espécies da fauna, tendo exemplares de tartarugas marinhas, cavalos marinhos, diversas espécies de peixes e os peixes-boi.
Esse último é considerado o principal atrativo da região, onde recebe turistas de várias regiões que são motivados por esta espécie a conhecer o local. São pessoas que chegam ao local geralmente de carro, ou em excursões e conhecem o centro de visitação junto aos condutores que trabalham no local, e logo após isso saem em um passeio de barco pelo estuário até as proximidades do Rio Mamanguape. No passeio, os barqueiros procuram os peixes-boi para os turistas visualizarem, visto que eles não vivem em cativeiros, ficam livres no Rio, o que certas vezes necessita uma maior procura por parte dos que ali visitam.
- Ponto Fixo
Esse local chamado de “Ponto Fixo” é um observatório que fica logo no final desse caminho feito pela mata, a cerca de 400 metros de distância do seu início , onde os visitantes podem ter acesso. Essa estrutura tem uma altura de aproximadamente 2 metros, onde se pode ter uma visão geral de grande parte do caminho percorrido e também da praia que fica bem a frente dele. Esse local também é utilizado pelos moradores locais que fazem a contemplação do ambiente como um todo, como pode ser visto na figura abaixo.
Visão do Ponto Fixo.
Investimento: R$10,00
Condutores: Lucas Aguiar e Rodrigo Torres
Opção 2 - Baia da Traição
A Baia da Traição, retrata à sua localização, pela existência de grandes reservas da preciosa madeira nas suas matas e nas regiões vizinhas, era o paraíso dos normandos, que lá fundaram uma feitoria. Eles conseguiram a amizade e a confiança dos Potiguaras, incentivando-os na luta contra os portugueses, vitos pelos silvícolas como um inimigo e invasor de suas terras. Durante as primeiras décadas do século XVI, o litoral paraibano era muito freqüentado pelos franceses, na sua maioria, a serviço do grande armador Jean Ango, visando o trafico do pau-brasil.
Essa aliança franco-indigena dificultou a ação colonizadora dos portugueses, causando grandes conflitos e motivando a ida aquela praia de figuras das mais expressivas na historia da Paraíba, entre as quais Martim Leitão, João Tavares e Duarte da Silveira. Estes queimaram varias aldeias destruíram navios franceses e fortificações existentes.
- Forte da Baía da Traição
Antigo Forte da Baía da Traição Posteriormente, por determinação real, foi instalado um forte no local ainda denominado Forte, sobre o histórico Alto do Tambá, de onde se podia descortinar e defender a barra e a enseada da Baia da Traição.
Os franceses, visando ao trafico do pau-brasil, fundaram uma feitoria na Baia da Traição, que era o ponto de convergência de todo o madeiramento abatido naquela região. Construíram também um fortim para a sua segurança. Estas edificações foram destruídas por Martim Leitão, na época da conquista da Paraíba. O referido forte foi guarnecido com possantes peças de artilharia de ferro fundido, vindas de Portugal, a fim de defender a terra conquistada, constituindo-se, na época, na mais avançada tecnologia em matéria de armamento. É provável que tenham vindo para a Baia da Traição após a sua ocupação pelos holandeses, em 1625.
O forte da Baia da Traição era guarnecido por soldados vindos da fortaleza de Cabedelo. Nenhum vestígio desta fortificação permaneceu, a não ser alguns canhões corroídos pelo tempo e pelo abandono do homem.
Atualmente, na sede municipal, completamente deslocados do seu ambiente, dois canhões remanescentes de épocas históricas estão instalados no forte da Baia da Traição. Outros, foram desviados para lugares ignorados.
- Farol
A Baia da Traição tem sua costa protegida por uma linha de arrecifes(“as pedras”) que lhe dá características originais de rara beleza.
Em 1923, foi inaugurado o farol da Baia da Traição – o segundo da Paraíba – nas proximidades da Feiticeira, com o objetivo de defender as embarcações de possíveis acidentes, junto aos arrecifes existentes naquela praia.
O farol da Traição é uma linda armação de forma quadrangular de concreto armado, cor branca, com uma altitude de 12 metros e um alcance geográfico (luz) de 12 milhas, com lampejo branco de 06 segundos. Já passou por varias modificações nos anos de 1927, 1947, 1970, 1972, e 1985. Atualmente, está estalado a poucos metros do local onde permaneceu desde a sua inauguração.
Investimento: R$10,00
Condutores: Joelma Ferreira e Yakey Santos
Opção 3 - Rio Tinto
A cidade de Rio Tinto está localizada no litoral norte da Paraíba, fazendo divisa com os municípios de Mataraca, Baía da Traição, Marcação, Mamanguape, Capim, Santa Rita e Lucena, possuindo uma considerável riqueza em seu acervo histórico, cultural e ecológico.
Patrimônio Histórico
- O Cine-Teatro Orion
Foi arrendado no ano de 1965, pelos irmãos David (Abel e Walfredo) aonde foram os responsáveis por muitos anos pelo desenvolvimento e sucesso desta casa em no Município. Hoje o Cine-Teatro Orion é a Orion Show, uma das principais casas de show do Vale no Mamanguape.
- Estátua de João Lundgren
Foi ele o criador e fundador de Rio Tinto, o Coronel Frederico Lundgren, brasileiro, nordestino, nascido em Recife no ano de 1879. A sua estátua foi fabricada em São Paulo, a mandado dos empregados da Fabrica de Tecidos Rio tinto, como uma homenagem ao grande desbravador. As pedras que compõem a base vieram de Sobrado / PB. Na época, havia no local um coreto usado pelos músicos em festas de rua, o qual foi derrubado para a construção (início em 1951) da base onde foi colocada a estátua e inaugurada em 1952. Sendo assim, a estátua de Frederico foi erguida e assentada de costas para a igreja "Matriz de Santa Rita de Cássia", localizada na principal praça da cidade (praça João Pessoa).
- Chalés
Os Lundgren construíram chalés que eles pudessem residir na Praça João Pessoa e que hoje ainda existe.
- Cultura Indígena
Rio Tinto possui parte de seu território sobre três terras indígenas identificadas ou demarcadas pela FUNAI, com uma população de 2000 índios, cerca de 10% da população do município.
As terras indígenas ocupam um espaço de 33 757 hectares distribuídos em três áreas contíguas, nos municípios de Baía da Traição, Rio Tinto e Marcação. A Terra Indígena Potiguara situa-se nos três municípios anteriormente referidos e possui 21.238 ha. Foi demarcada em 1983 e homologada em 1991. A Terra Indígena Jacaré de São Domingos tem 5 032 hectares nos municípios de Marcação e Rio Tinto, cuja homologação se deu em 1993. Por fim, a Terra Indígena Potiguara de Monte-Mor, com 7 487 hectares, em Marcação e Rio Tinto.
Investimento: R$10,00
Condutores: Mayra Paula
Obs: Só poderá inscrever-se em visita guiada quem estiver inscrito no evento.














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